Idéia das mais auspiciosas a FLIP.
Nossos aplausos a equipe diretora na pessoa do inquieto Carlito Lima.
Há muito tempo nutro o desejo de que Penedo venha sediar um evento dessa natureza. Maurício Melo Junior, um misto de penedense e pernambucano é um entusiasta dessa idéia e sempre que participamos de conclaves semelhantes começamos a sonhar com a possibilidade de se inserir no calendário dos eventos penedenses um dessa natureza. Recentemente em Paraty entendemos que a hora havia chegado.
Numa demonstração de que o inconsciente coletivo atua mesmo é que para surpresa nossa o Carlito e o Geraldo Majella já estavam com a FLIP pronta e em vias de execução. Quando coincidentemente chegamos ao Penedo vimos a programação e como tudo que diz respeito a esta cidade fala de nós, fizemos contacto e atrevidamente nos inserimos.
Como seus promotores enunciaram a primeira experiência serve também como laboratório.
A nossa participação foi pífia como não poderia ser devido a improvisação ou mesmo a não participação dos aprioris.
Realizamos uma apresentação de poesias nos espaços da Casa, com o grupo do consagrado Leal Correa uma feirinha no Ponto de Cultura, uma exposição de obras raras no Chalé, onde entre outras obras expostas os raríssimos originais de Sabino Romariz - o grande homenageado da FLIP, e colocamos afixados em lugares públicos poesias de poetas penedenses de ontem e de hoje.
Pensávamos em um maior envolvimento da comunidade. Daí não termos a preocupação de convidar ninguém para as nossas apresentaçoes.
Na realidade constatamos pouca participação da população. Penedo é uma cidade com sérios problemas na área da cultura apesar de sua decantada ilustração.
Não direi como o poeta “que tudo vale a pena se a alma não é pequena”, Valeu , valeu muito e deverá servir de semente para outras FLIPs que com certeza ocorrerão e empolgarão muito mais, acordando a alma da velha Princesa do São Francisco.
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